Páginas

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Seabra Culinária Regional

 

Comidas caseiras de nossa região,vale a pena conhecer.

Malamba



  • Ingredientes

-1 frango de 2kg

-1 garrafa pequena de leite de coco

-2 xícaras de fubá de milho

-1 pote pequeno de azeitonas picadas

-1 cebola grande picada

-1 pimentão grande picado

-1 tomate grande sem casca e picado

-3 colheres (sopa) de azeite

-3 cubos de caldo de frango

-coentro e cebolinha

-sal e alho a gusto

 

Modo de preparo:

Tempere o frango 2 horas antes, refogue bem e deixe cozinhar
Retire-o da panela e reserve-o em outro recipiente. Acrescente 2 litros de água ao caldo do frango, coloque novo tempero e
acrescente os cubos de caldo de frango e deixe ferver Molhe o fubá com água fria, junte ao caldo, aos poucos, para não
embolar. Coloque o frango, as azeitonas com o caldo, continue mexendo até cozinhar o fubá. Sirva ainda quente com arroz e molho verde com pimenta.
Curiosidade : Malamba é uma comida de origem indígena, típica da Chapada Diamantina. Há algum tempo atrás, era a comida servida nos
casamentos mais chiques da região. E um prato Delicioso e afrodisíaco.

Godó de Banana



  • Ingredientes

-500gr de carne de sol

-3 bananas prata verde

-cebola, alho e pimenta à gosto

-azeite o quanto baste

Modo de preparo:
Num fio de azeite refogue os temperos. Em seguida adicione a carne picada em tiras e deixe refogar por 10 minutos. Finalize com 1/2 copo de água. Acerte o sal e sirva com arroz branco.

Mexido de Ovos com Palma



  • Ingredientes

-1 colher (sopa) de azeite

-1 cebola picada

-2 dentes de alho socados

-1 raquete nova de palma, limpa e picada (300 g)

-1 pimenta dedo-de-moça vermelha, sem sementes, picada

-1/2 colher (chá) de sal

-1 raminho de orégano fresco

-2 ovos caipiras ligeiramente mexidos

-2 colheres (sopa) de cebolinha picada

Modo de preparo:
Aqueça o azeite e doure nele a cebola e o alho. Junte a palma e refogue até secar quase toda a baba. Coloque a pimenta, o sal e as folhinhas do orégano. Misture e cozinhe por 1 minuto. Junte os ovos e misture bem, pra ficar cremoso. Prove o sal e corrija, se necessário. Por fim, junte a cebolinha e sirva com pão ou arroz.

Galinha ao Molho Pardo

  • Ingredientes

-2 tomates

-2 cebola

-1 pimentão grande

-1 maço de cebolinha picado

-1 colher de colorau

-sal e pimenta do reino a gosto

-6 dentes de alho

-1 colher de cha de extrato de tomate

-4 colheres de sopa de óleo

-2 sachês de caldo de galinha em pó

Modo de preparo:
Pegue uma galinha grande, mate-a e reserve o sangue da mesma juntamente com três colheres de vinagre, para que o sangue não coalhe. Limpe a galinha, corte em pedaços e tempere com o sal, pimenta do reino e alho.
Em uma panela acrescente o óleo e frite a galinha já cortada, até dourar. Na mesma panela coloque todos os temperos e vá colocando a água, aos poucos. Deixe cozinhar por 2 horas ou até que fique macia.
Quando a galinha estiver macia, coloque o sangue que estava reservado e deixe-a cozinhar por mais 10 minutos, ou até o caldo engrossar. Sirva-a com arroz branco e salada verde.

 

Avoador



  • Ingredientes

-1 litro de óleo
-3 litros de tapioca (ou três vezes a medida do óleo)
-1 litro de água
-2 colheres de sopa de sal
-2 dúzias e meia de ovos (aproximadamente)Modo de preparar

Modo de preparo:
Passe a tapioca por um peneira e reserve.
Ponha o óleo, a água e o sal em uma panela e leve ao fogo até que levante fervura.
Quando estiver fervendo despeje tudo de uma só vez na tapioca e com o auxílio de uma colher, misture este líquido por toda a tapioca.
Espere esfriar e comece quebrando de 6 a 7 ovos nesta massa, misturando uniformemente. Feito isso, divida a massa em 3 ou 4 partes e sove até que esteja firme e macia (parecendo massa de peta).
Em uma bacia bata uma dúzia e meia de ovos e aos poucos acrescente a massa sovada, misturando até que esteja homogênea (tem que ficar mais grossa que massa de bolo), se precisar, acrescente mais ovos.
Neste momento, unte as formas retangulares com óleo. Coloque a massa num coador de pano ou plástico e faça bolinhas ou círculos até preencher toda a forma, cuidando para deixar um pequeno espaço entre elas.
Leve para assar em forno pré-aquecido.
Observação importante: As doceiras de Seabra e da região assam o avoador em forno de lenha, gastando para isso de 5 a 8 minutos em cada fornada. No entanto, as pessoas que moram em grandes cidades assarão em forno a gás. Aqui o tempo varia de fogão para fogão. O ponto certo para tirar as bandejas é quando as bolinhas estiverem crocantes.

 

Brevidade



  • Ingredientes

-2 copos de açúcar

-6 gemas

-250 g de polvilho doce

-1 casca fina de limão

-3 claras de ovo

Modo de preparo:
Coloque na tigela da batedeira, o açúcar peneirado com o polvilho. Abra uma cova no centro e jogue as gemas, as claras e a casca de limão. Cubra a batedeira com um pano (pois o polvilho com o batimento sobe como um pó) e bata durante cerca de 15 minutos, ou até fazer bolhas. Retire a casca de limão e coloque nas forminhas untadas e polvilhadas com farinha de trigo. Asse no forno preaquecido, até dourarem e crescerem. Deixe amornar, desenforme e sirva.

domingo, 17 de outubro de 2010

Seabra Bahia - BA

Seabra
Bahia – BA

Histórico


No início do Século XVIII, florescendo as minas de Jacobina e Rio de Contas, a metrópoleAula Teórica 4 - Grupo Jovens 302
determinou a abertura de uma estrada que ligasse os dois núcleos de exploração aurífera.
Garimpeiros desiludidos com as exigências reais vinculadas à mineração, estabeleceram-se no
cruzamento da estrada real com o rio Cochó, desenvolvendo a agropecuária. O local tornou-se
ponto de pouso para viajantes em trânsito para as minas, especialmente nas épocas das enchentes
do rio. Formou-se a povoação denominada “Passagem de Jacobina”.
Este povoado, já com o nome de Campestre, foi elevado à freguesia em 1847, com o nome
de Nossa Senhora da Conceição do Campestre.
Em 1889, criou-se o município de Vila Agrícola de Campestre.
Alterou-se o topônimo para Dr. Seabra, em 1915, e para Seabra, em 1931.
O topônimo é uma homenagem ao Dr. Joaquim José Seabra, ex-governador da Bahia.
No decorrer de sua história, Seabra teve seu território desmembrado para formar os
municípios de Iraquara e Souto Soares, em 1962.Aula Teórica 4 - Grupo Jovens 336
Os nativos de Seabra são chamados seabrenses.
Gentílico: seabrense
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Vila Agrícola de Campestre, pela lei provincial nº
899, de 15-05-1863, subordinado ao município de Lençóis.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila Agrícola de Campestre, pela lei
provincial nº 2652, de 14-05-1889, desmembrada do município de Lençóis. Sede na antiga
povoação de vila d povoação de Vila Agrícola de Campestre. Constituído do distrito sede.
Instalada em 14-12-1889.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Campestre, pelo decreto estadual nº
491, de 22-06-1891.
Aula Teórica 4 - Grupo Jovens 113 Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município já denominado
Campestre é constituído do distrito sede.
Pela lei estadual nº 1126-A, de 27-08-1915, o município de Campestre tomou a
denominação de Doutor Seabra.
Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município de Doutor
Seabra (ex-Campestre) aparece constituído de 4 distritos: Doutor Seabra, Jatobá, Parnaíba e
Várzea do Caldas. .
Pelos decretos nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931, o município de DoutorAula Teórica 4 - Grupo Jovens 143
Seabra passou a denominar-se simplesmente Seabra.
Pelo decreto estadual nº 8416, de 10-05-1933, é criado o distrito de João Pessoa e anexado
ao município de Seabra.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Seabra (ex-Doutor
Seabra) é constituído de 5 distritos: Seabra, Jatobá, João Pessoa, Parnaíba, Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual 12978, de
01-06-1944, os distritos de Jatobá, João Pessoa e Parnaíba tomaram a denominação,
respectivamente, dAula Teórica 4 - Grupo Jovens 301 e Baraúnas, Iraquara e Esconso.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5
distritos: Seabra, Baraúnas (ex-Jatobá), Esconso (ex-Parnaíba), Iraquara (ex-João Pessoa) Jatobá e
Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Pela lei estadual nº 628, de 30-12-1953, é criado o distrito de Licuri (ex-povoado), com
terras desmembradas do distrito de Iraquara e anexado ao município de Seabra. Sob a mesma lei
estadual a cima citada o distrito de Esconso tomou a denominação de Iraporanga.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 6 distritos:
Seabra, Baraúnas, Iraporanga (ex-Esconso), Iraquara, Licuri e Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.Aula Teórica 4 - Grupo Jovens 506
Pela lei estadual nº 1697, de 05-07-1962, desmembra do município de Seabra os distritos
de Iraquara e Iraponga, para constituir o novo município de Iraquara.
Pela lei estadual 1700, de 05-12-1962, desmembra do município de Seabra o distrito de
Licuri. Elevado à categoria de município com a denominação de Souto Soares.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos:
Seabra, Baraúnas e Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais
Vila Agrícola de Campestre para Campestre, pelo decreto estadual nº 491, de 22-06-1891.
Campestre para Doutor Seabra, alterado pela lei estadual nº 1126-A, de 27-08-1915

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Seabra, a Capital da Chapada, realiza o mais tradicional São João 2010

 

Toda essa festança contribui positivamente para valorizar e incentivar a cultura, as tradições religiosas, a culinária, a arte e o saber, além de fomentar os produtos associados à essa festa, como o artesanato e a comida típica com o intuito de agregar valor à oferta turística da região.OgAAAIxpDkVxHWv-QfaHW4Yq3sXVfImX1FL8mWaViV5WR2bqGkp_iQAV5Mi8zxrc0FbJnZxU4RUlQgnafy4NQIimrv8Am1T1UB8nvssKO298ffByxYn1JctcDFjg

Neste ano, a Prefeitura prepara uma edição especial. Grandes atrações artísticas nacionais e locais, investimento em infra-estrutura, conscientização ecológica e um público ainda maior são os ingredientes da grande festa Junina.OgAAABYLwhcnHUJw9Zd5OZQPOl3LeM4qi6B_vdob8A4Vo_jgMvZqPIp9QJ6byezYDIpT2Q00CB2XOsRsAqBMqkhr-YcAm1T1UEY3ijGTigd1XnBiWvnNVe26rJ-V

 

Estrutura

A festa contará com uma estrutura profissional para grandes eventos,apresentarão grupos folclóricos, quadrilhas e atrações infantis. Além disso, uma área de convivência com jardins, barracas com decoração típica e praça de OgAAAATl4luaVoXDhOW6T1MDbnNalikv5EozrxP5T9NfQXt9H1OFKhbMO0l77tXDft2RMmproSdX7QznFnQlfUNyVVAAm1T1UM3YjHV1H2k2JLIu4Z5e_Wm653u1alimentação.

A segurança ficará a cargo das Polícias Militar e Civil da Bahia, Posto Médico e Segurança Particular.Tudo isso para garantir Segurança e Tranquilidade a todos.

 

OgAAANl9azwq_d35q0mEP8JDbtsqwXBfIZO-zTLf_T4VDtjPj23VgAIQodOVYePbYTF0iGci4mQI59VJtIL-dZqxm2IAm1T1ULzrNwhs5OONspuYw-9fYP8GDP8z

Programação

seabrachapadadiamantina.blogspot.com Marcas: , ,
De 23/06 a 27/06


*DORGIVAL DANTAS
*ITALO & RENO
*FORRÓ DO BOM
*CANARIOS DO REINO
*ZEZO
*CAVALEIROS DO FORRÓ
*FILOMENA BAGACEIRA
*HUGO LUNA
*KRAKS DO FORRÓ
*CANINANA
*WESLEY e IGOR


Onde ficar



  • Hotel Alvorada Rua Souto Soares, 16 – Centro
  • Tel (75) 3331-3413

  • Hotel Brasília Rodovia Br 242, Km 276 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-1017

  • Hotel Chapada Rodovia Br 242, Km 277 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-2226
  • Hotel Diamantina Rodovia Br 242, Km 277 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-1427

  • Hotel Lima Rua Do Velame – Rodovia
  • Tel (75) 3331-3428
  • Hotel Oliveira Rodovia Br 242, Km 278 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-1306

  • Hotel Palace Rodovia Br 242, Km 277 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-1451

  • Hotel Prado Rua Francisco Costa, 301 – Centro
  • Tel (75) 331-1147

 

  • Hotel Prado II Rodovia Br 242, Km 277 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-2409
  • Hotel São José Rua Francisco Costa, 342 – Centro
  • Tel (75) 3331-1529

  • Hotel São José II Rua Francisco Costa, 560 – Centro
  • Tel (75) 3331-1865

  • Hotel Vieira Rua Francisco Costa, 253 – Centro
  • Tel (75) 3331-3656
  • Pousada Amadeus Rua Santo Soares, 136 – Centro
  • Tel (75) 9984-1429

  • Pousada Campestre Rodovia Br 242, Km 277 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-1559


  • Pousada Carne Assada Rodovia Br 242, Boa Vista De Cananea - Rodovia
    Tel (75) 3364-2116

 

  • Pousada Fazenda Rodovia Br 242, Km 270 – Rodovia
  • Tel (75) 9988-9449


  • Pousada Rio Prata Rodovia Br 242, Km 279 – Rodovia
  • Tel (75) 3331-3545


  • Pousada Seabra Br - 242 - 277 – Centro
  • Tel (75) 3312-326

  • Seabra Grande Hotel Rua Horácio De Matos, 99 – Centro
    Tel (75) 3331-3650

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Fotos de Seabra


Mapa de localização
Mapa de localização

Vista do Alto da Estrada Real
Vista do Alto da Estrada Real

Vale do Campestre
Vale do Campestre

Vale do Campestre
Vale do Campestre

Vale do campestre
Vale do campestre

Integrantes MTB Seabra
Integrantes MTB Seabra

Orquídea
Orquídea




Igreja
Igreja

Igreja Pov. Campestre
Igreja Pov. Campestre

Igreja
Igreja

Cemitério Bizantino
Cemitério Bizantino

Cemitério Bizantino
Cemitério Bizantino

Casarão Colonial
Casarão Colonial

Casarão Colonial
Casarão Colonial

Casarão
Casarão

Cachoeira Véu de Noiva
Cachoeira Véu de Noiva

Cachoeira
Cachoeira

Balneário Riachão
Balneário Riachão

Balneário Riachão
Balneário Riachão







Seabra sua história

 

Seabra é um município brasileiro do estado da Bahia.
Trata-se de uma das cidades mais populosas da região da Chapada Diamantina, sendo dotada de uma infra-estrutura mínima de hotelaria que abriga o excedente turístico derivado dos municípios de Lençóis, Palmeiras e Iraquara.

Este município possui um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Campus XXIII, o qual abriga o curso de Letras e outros.
Seu nome é uma homenagem ao antigo governador da Bahia, J. J. Seabra. Seu antigo nome era Cochó do Péga.
Seabra está localizada na Chapada Diamantina, na Microrregião Centro Sul Baiano e por isso muito conhecida. A cidade citada está 830m de altitude acima do nível do mar, possuindo um clima seco e sub-úmido, destacando-se, portanto, a Serra do Gado Bravo, como o ponto culminante do município, já que, está a 1300m acima do nível do mar. A temperatura é média, considerada uma das mais baixas da região, sendo de 21°C, - a máxima de 25,7°C, sendo Novembro e Janeiro os meses mais chuvosos e os meses de junho e julho os mais frios do ano. A vegetação característica é a de caatinga – floresta estaciona, e refúgio ecológico e montanhoso. Há caatinga arbórea densa com palmeiras e caatinga arbórea densa sem palmeira.

No passado, Seabra estava inserida, no conjunto da sub-região denominada de Lavras Diamantinas com Andaraí, Mucugê, Lençóis e Palmeiras, não apresentado no seu solo a formação e riqueza diamantífera das outras Municipalidades. Destaca-se por ser considerada a Capital da Chapada Diamantina, já que seu comércio é tido como um dos mais expressivos da região.
Seus principais distritos são: a Sede, Baraúnas (Jatobá), Velame, Mocambo, Vázea do Caldas, Campestre, Lagoa da Boa Vista, Alagadiço, Beco e Cochó do Malheiro. Segundo alguns, a cidade seria privilegiada, pois há várias rodovias de acesso como BR 242 – BA 148 – Boninal; BR 242 e BA 849 - Palmeiras; BR 242 - BR 116 - BR 324 – Salvador; BR 242 – Brasília.

Em relação à Hidrografia, os rios principais são o rio Cochó, rio Tijuco (limite com o município de Palmeiras), rio da Prata e o rio dos Riachos. Sendo o rio Campestre considerado um mero riacho. Seabra é ainda o centro Geográfico da Bahia.
História de Seabra


Os primeiros núcleos de povoamento da Chapada Diamantina surgiram no início do século XVIII, com o crescimento das minas de ouro de Jacobina e Rio de Contas. A Coroa Portuguesa determinou uma abertura de uma estrada que ligasse as duas regiões de exploração aurífera. Esta estrada, chamada de “Estrada Real”, contava hoje as terras pertencentes ao município do Seabra, até então desertas.
Muitos portugueses foram atraídos pelo garimpo do ouro, mas desiludidos com as exigências do Império vinculadas ao precioso metal, se fixaram naquela região, dedicando-se à agricultura e pecuária.
O primeiro núcleo de povoamento foi a Vila de Iraporanga (Ex - Esconso e Parnaíba), hoje Iraquara.
É tradição oral que a cidade de Seabra antes denominada povoado de São Sebastião do Cochó do Pega, originou-se de um aglomerado de casas de palhas que serviam de pouso aos viajantes, no início chamado de Passagem de Jacobina.Provavelmente, na mesma época surge a povoação de Campestre que foi a primeira Sede do município. Campestre pertencia na época ao município de Nossa Senhora do Livramento do Rio de Contas. Em 15 de Março de 1847 foi elevada à Sede de Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campestre, confirmada pela Lei Providencial 899 de 15 de Maio de 1863 que criava o distrito de paz de campestre. Posteriormente em 1868 foi Freguesia de campestre elevado à categoria de vila com a denominação de vila agrícola de campestre pela Lei Provincial de número 2652 de 14 de Maio de 1889 que também criava o município de Campestre com território desmembrado de Lençóis, sendo instalada categoria de cidade pelo Decreto 491. Distrito de Jatobá, hoje Baraúnas pela Lei Estadual 776 de 265 de maio de 1910. Transferência da sede de campestre para o povoado de São Sebastião do Cochó do Pega.

Em 22 de Março de 1922, conforme ata do conselho municipal, já se pensava na transferência da Sede do município de Campestre para o Povoado de São Sebastião do Cochó – a proposta foi apresentada verbalmente pelo Conselheiro Manoel Muniz Barbosa, mas deixava a transferência a critério do Sr. Intendente do Diretório Político e do Coronel Horácio de Matos.

Em 1929, o Coronel Horácio de Matos fez a transferência para a referida povoação que passou a se chamar Dr.Seabra. Não se tem conhecimento de nenhum ato que oficialize a transferência.
Em 27 de Agosto, a Lei Estadual nº 1125 oficializava a nova denominação. Depois, os Decretos estaduais nº 7453, de Junho de 1931 e 7459, de 8 de Julho do mesmo ano, simplificam o nome da cidade e do município que passaram a ter a denominação de Seabra.

posted by Edson de Sousa

seabrachapadadiamantina.blogspot.com Marcas:

Município de Seabra

 

Aniversário 14 de maio de 1889

Fundação 27 de agosto de 1922

12° 25' 08" S 41° 46' 12" O 

Unidade federativa Bahia

Mesorregião Centro-Sul Baiano IBGE/2008 [1]

Microrregião Seabra IBGE/2008 [1] Região metropolitana

seabrachapadadiamantina.blogspot.com Marcas: ,

Municípios limítrofes

Palmeiras, Iraquara, Boninal, Ibitiara, Novo Horizonte, Barra do Mendes, Souto Soares, Mucugê, Brotas de Macaúbas Distância até a capital 456 quilômetros

Características geográficas

 Área 2.825,016 km²

População 41.952 hab. est. IBGE/2008 [2]

Densidade 14,4 hab./km²

Altitude 830m metros

Clima Sub-Tropical - Semi Árido

Fuso horário UTC-3

Indicadores

IDH 0,661 médio PNUD/2000 [3]

PIB R$ 122.982 mil IBGE/2005 [4]

PIB per capita R$ 3.159,00 IBGE/2005 [4]

 

   

Geografia

Trata-se de uma das cidades mais populosas da região da Chapada Diamantina, sendo dotada de uma infra-estrutura mínima de hotelaria que abriga o excedente turístico derivado dos municípios de Lençóis, Palmeiras e Iraquara.

Este município possui um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB)Campus XXIII, o qual abriga o curso de Letras e outros.

Seu nome é uma homenagem ao antigo governador da Bahia, J. J. Seabra. Seu antigo nome era Cochó do Péga.
Seabra está localizada na Chapada Diamantina, na Microrregião Centro Sul

 br242seabra  br242saidabarreiras

Br-242 Seabra

Baiano e por isso muito conhecida. A cidade citada está 830m de altitude acima do nível do mar, possuindo um clima seco e sub-úmido, destacando-se, portanto, a Serra do Gado Bravo, como o ponto culminante do município, já que, está a 1300m acima do nível do mar. A temperatura é média, considerada uma das mais baixas da região, sendo de 21°C, - a máxima de 25,7°C, sendo Novembro e Janeiro os meses mais chuvosos e os meses de junho e julho os mais frios do ano. A vegetação característica é a de caatinga – floresta estaciona, e refúgio ecológico e montanhoso. Há caatinga arbórea densa com palmeiras e caatinga arbórea densa sem palmeira.

No passado, Seabra estava inserida, no conjunto da sub-região denominada de Lavras Diamantinas com Andaraí, Mucugê, Lençóis e Palmeiras, não apresentado no seu solo a formação e riqueza diamantífera das outras Municipalidades. Destaca-se por ser considerada a Capital da Chapada Diamantina, já que seu comércio é tido como um dos mais expressivos da região.
Seus principais distritos são: a Sede, Baraúnas (Jatobá), Velame, Mocambo, Vázea do Caldas, Campestre, Lagoa da Boa Vista, Alagadiço, Beco e Cochó do Malheiro. Segundo alguns, a cidade seria privilegiada, pois há várias rodovias de acesso como BR 242 – BA 148 – Boninal; BR 242 e BA 849 – Palmeiras; BR 242 - BR 116 - BR 324 – Salvador; BR 242 – Brasília.
Em relação à Hidrografia, os rios principais são o rio Cochó, rio Tijuco (limite com o município de Palmeiras), rio da Prata e o rio dos Riachos. Sendo o rio Campestre considerado um mero riacho. Seabra é ainda o centro Geográfico da Bahia.
correio 
Praça do Correio – Antiga Praça Quintino Bocaiuva hoje conhecida como Praça Luiz Henrique Xavier Acosta

Economia

A economia é baseada na agricultura, no comércio, em pequenas indústrias, na agricultura, na extração de minérios, dentre outros.

História

Segundo o IBGE, os primeiros núcleos de povoamento da Chapada Diamantina surgiram no início do século XVIII, com o crescimento das minas de ouro de Jacobina e Rio de Contas. A Coroa Portuguesa determinou uma abertura de uma estrada que ligasse as duas regiões de exploração aurífera. Esta estrada, chamada de “Estrada Real”, contava hoje as terras pertencentes ao município do Seabra, até então desertas.
Muitos portugueses foram atraídos pelo garimpo do ouro, mas desiludidos com as exigências do Império vinculadas ao precioso metal, se fixaram naquela região, dedicando-se à agricultura e pecuária.
O primeiro núcleo de povoamento foi a Vila de Iraporanga (Ex - Esconso e Parnaíba), hoje Iraquara.
foto-cidade02 
Igreja de Campestre
É tradição oral que a cidade de Seabra antes denominada povoado de São Sebastião do Cochó do Pega, originou-se de um aglomerado de casas de palhas que serviam de pouso aos viajantes, no início chamado de Passagem de Jacobina.
Provavelmente, na mesma época surge a povoação de Campestre que foi a primeira Sede do município. Campestre pertencia na época ao município de Nossa Senhora do Livramento do Rio de Contas. Em 15 de Março de 1847 foi elevada à Sede de Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campestre, confirmada pela Lei Providencial 899 de 15 de Maio de 1863 que criava o distrito de paz de campestre. Posteriormente em 1868 foi Freguesia de campestre elevado à categoria de vila com a denominação de vila agrícola de campestre pela Lei Provincial de número 2652 de 14 de Maio de 1889 que também criava o município de Campestre com território desmembrado de Lençóis, sendo instalado categoria de cidade pelo Decreto 491. Distrito de Jatobá, hoje Baraúnas pela Lei Estadual 776 de 265 de maio de 1910. Transferência da sede de campestre para o povoado de São Sebastião do Cochó do Pega.
Em 22 de Março de 1922, conforme ata do conselho municipal, já se pensava na transferência da Sede do município de Campestre para o Povoado de São Sebastião do Cochó – a proposta foi apresentada verbalmente pelo Conselheiro Manoel Muniz Barbosa, mas deixava a transferência a critério do Sr. Intendente do Diretório Político e do Coronel Horácio de Matos.
Em 1929, o Coronel Horácio de Matos fez a transferência para a referida povoação que passou a se chamar Dr. Seabra. Não se tem conhecimento de nenhum ato que oficialize a transferência.
igrejaimagem_grande 
Igreja do Bom Jesus construída em quartzito rosa
Em 27 de Agosto, a Lei Estadual nº 1125 oficializava a nova denominação. Depois, os Decretos estaduais nº 7453, de Junho de 1931 e 7459, de 8 de Julho do mesmo ano, simplificam o nome da cidade e do município que passaram a ter a denominação de Seabra.
Seabra é um município brasileiro do estado da Bahia. Trata-se de uma das cidades mais populosas da região da Chapada Diamantina, com população de 40.562 habitantes, sendo dotada de uma infra-estrutura mínima de hotelaria que abriga o excedente turístico derivado dos Municípios de Lençóis, Palmeiras e Iraquara.
Este Município possui um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o qual abriga o curso de Letras.
Seu nome é uma homenagem ao antigo governador da Bahia, J. J. Seabra. Seu antigo nome era Cochó do Péga.
OgAAAEkhjJO_eVXBh3cY5LhhEKXph75cOWF7BGU6ug3BVkre7sFa59uHgbR__lxOUrmXM5DBgoCkSepU69i0uZIMw54Am1T1UE6d_YoI7bGQENN8PNwwKwPweYvT
Praça Benjamin Constant antiga praça da feira hoje conhecida como Praça dos Eventos
Seabra está localizada na Chapada Diamantina, na Microrregião Centro Sul Baiano e por isso muito conhecida. A cidade citada está 830m de altitude acima do nível do mar, possuindo um clima seco e sub-úmido, destacando-se, portanto, a Serra do Gado Bravo, como o ponto culminante do Município, já que, está a 1300m acima do nível do mar. A temperatura é média, considerada uma das mais baixas da região, sendo de 21ºC, - a máxima de 25,7ºC, sendo Novembro e Janeiro os meses mais chuvosos e os meses de junho e julho os mais frios do ano. A vegetação característica é a de caatinga – floresta estaciona, e refúgio ecológico e montanhoso. Há caatinga arbórea densa com palmeiras e caatinga arbórea densa sem palmeira.
OgAAAKQEo2IOmi2QiHBtXuhrqPXYB3MG0wiAd76qRxAvw6Mufy69ep2lw5a5Dods-hO6Ds6gmGVNMr8umRLszOMAtJsAm1T1UISXUuxO-rmuCAJ-oTbSXBRFUDD6
Igreja de São Sebastião no centro de Seabra
No passado, Seabra estava inserida, no conjunto da sub-região denominada de Lavras Diamantinas com Andaraí, Mucugê, Lençóis e Palmeiras, não apresentado no seu solo a formação e riqueza diamantífera das outras Municipalidades. Destaca-se por ser considerada a Capital da Chapada Diamantina, já que seu comércio é tido como um dos mais expressivos da região. A economia é baseada na agricultura, no comércio, em pequenas indústrias, na agricultura, na extração de minérios, dentre outros.
Seus principais distritos são: a Sede, Baraúnas (Jatobá), Velame, Mocambo, Vázea do Caldas, Campestre, Lagoa da Boa Vista, Alagadiço, Beco e Cochó do Malheiro. Segundo alguns, a cidade seria privilegiada, pois há várias rodovias de acesso como BR 242 – BA 148 – Boninal; BR 242 e BA 849 – Palmeiras; BR 242 - BR 116 - BR 324 – Salvador; BR 242 – Brasília.
Em relação à Hidrografia, os rios principais são o rio Cochó, rio Tijuco (limite com o município de Palmeiras), rio da Prata e o rio dos Riachos. Sendo o rio Campestre considerado um mero riacho.
OgAAAEc0KjFo0AJQTudyYJoiHW_gRGXGqs6VdCSBKDkCXy6vchs7rPJyB-fds0daRMV9RkRkqaObV_DUBPWuzsb09qkAm1T1UAyn9mXRqh3lp9UX815wuyTp2n-9 
Praça Luiz Henrique Xavier Acosta em Seabra esquina da Rua Souto Soares com a Rua Horácio de Matos

Turismo

1 – POVOADO DE LAGOA DA BOA VISTA - Foi fundado após a passagem da Coluna Prestes, onde algumas famílias se fixaram por causa do clima aprazível e das boas condições para formação de fazendas. Como principal atrativo se apresentam as fachadas das casas residenciais e comerciais, muito trabalhadas, com uma grande variedade de motivos. A poucos quilômetros, a caminho de Iraquara, fica a Cachoeira do Riachão, uma seqüência de escorregadeiras. Um local dotado de rara beleza.
2- POVOADO DE VALE DO PARAÍSO, ANTIGO GADO BRAVO - Tem em sua arquitetura colonial popular sua mais marcante, com fachadas das casas decoradas com detalhes diversos e suas calçadas feitas de pedras, em degraus. O seu cemitério bizantino da cidade de Mucugê: fica localizado no ponto mais alto do povoado. Mas tem ainda um atrativo natural, a Serra do Gado Bravo, a 1415m de altitude (ponto culminante da APA Marimbus-Iraquara), de onde se tem uma deslumbrante vista de diversos municípios da Chapada. É uma caminhada que vale a pena ser feita, inclusive pela existência de muitas bromélias, orquídeas e cactáceas, das mais diversas formas e cores, entre outras plantas nativas. Nas proximidades ficam algumas grutas onde se vêem diversos painéis de pinturas rupestres.
 
3 – POVOADO DE COCHÓ DO MALHEIRO - Maior mercado de gado da região no século XIX, foi palco de sangrentas batalhas entre Heliodoro de Paula Ribeiro (Deputado na Constituinte de 1891) e os Sá (de Lençóis e seus aliados locais), por ter desmembrado do município das Palmeiras, respectivamente, Seabra e Palmeiras. O povoado chegou a ser totalmente destuído. Sua arquitetura é o ponto marcante, representada pela casa que pertenceu ao Deputados e a outras, além da igreja.
4 – POVOADO DE CAMPESTRE - Foi a primeira sede do município de Seabra. Sua igreja, N. Sra. da Conceição, é datada de 1847. Aí também ocorreram violentas batalhas entre os coronéis Horácio de Matos e Manoel Fabrício, além de ter sido marcada pela passagem da Coluna Prestes.
5 – POVOADO DE ALAGADIÇO – Povoado que já foi importante mercado local, hoje decadente, tem como destaque a sua arquitetura, restos da Estrada Real, o Complexo Arqueológico de Alagadiço (formado por 19 sítios) riquíssimos em painéis de pinturas rupestres e, ainda, um cemitério indígena (entre aspas porque não foram encontrados restos mortais, apenas peças de cerâmica características dos índios que habitavam a região – estudados pela UFBA), além de sua flora.
6 – IGREJA DE BOM JESUS – Localizada no ponto mais alto do centro da cidade, construída em quartzito rosa, em estilo moderno (1975), é o terceiro maior templo católico do mundo, construído com essa pedra.
 
7 – IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO - Localiza-se também no centro da cidade. Foi contruída em homenagem ao santo padroeira da cidade, como pagamento de uma promessa: o Sr. Antônio Laureano Pires prometeu ao Santo que se a cidade não fosse atingida pela peste bubônica, que assolava a região, ele erguiria uma igreja. Construída inicialmente em estilo barroco, foi demolida porque ameaçava desabar. A atual é em estilo moderno.
correio 
8 – MARCO ZERO - Na praça Luiz Henrique Xavier Acosta, centro da cidade, fica “um monumento” que representa o centro geográfico da Bahia.
9 – GRUTAS E CAVERNAS – Especialmente na planície calcária, entre Seabra e Iraquara estão algumas grutas e cavernas de grande beleza, como a Buraco do Cão, Diva de Maura, Gruta de Santa, do Talhão, etc. Porém a única que tem estrutura turística é a primeira, que tem como atrativos, o Bolo de Noiva, que é um conjunto de represas de travertinos de 10m de altura; um pequeno fóssil encrustrado na rocha, uma infinidade de estalactites e estalagmites, espeleotemas das mais diversas formas e cores e um lago de 600m de extensão.

Seabra Antigamente

 

OgAAAFBVYbMSbp60Hak7q1u3OkdLB2tuc5G1lepVQxdMirDwRzWHVTmGRlDV4cYAxpoAwt8-iqsp8dvu0ebQfjhHp5EAm1T1UMfNAwCZD1aIoLwusfI6irxpuYWD 
Igreja de São Sebastião
 OgAAAI7JKTNTZA1chum2UA1z0bFcubz2RMwKWnI4dbui8ZcdBzfQgyDv894CrDPYAuQSoTRWSQqHuNKgiUFIn3UqAjIAm1T1ULSL6DI-DpILkQuE4lNcpTeaw-wa
Rua Horácio de Matos
OgAAAGlTiy2X8D3A603asEjTGaCWN4oLubpmAoNJ3L7EcAC_gshWLMn2sTOXgYBgEVA-5EftTOeWrPXsTDYgL2Gvq1UAm1T1ULiT7diMaeBPh18Xby_bxoVFku5M 
Antigo Bar do Zezito em frente a Prefeitura
OgAAAIgceP-fTt3nbU5CoWzY8nv0h9okvcqIqsyYhlqSKILiZNJ8bjisEf9eyf9ereV4pYK9Aygfsa8XKVm1xaRVntgAm1T1UA-DQiDxkayod5OXbKjS-tLHTR5E
Praça do Jardim
OgAAALcCmixYhTPfio92lENbvR8oABphYSn5gf2qOU5q-aDB46axRUCOWFIKhmkE3kgNiiaYccQptCrovrWDLL2PLo0Am1T1UCLci8HIsAiqCaeCNQsT9aFPdKfX
Hoje esse local é a Praça dos Eventos
OgAAAPbOMaHtBl4raCF77skDNAd5hos08qBX9b0qEtHq-OdbF78iQVOBpJJloByKV5agH-541RJtNj4IYc8GGQW_xJYAm1T1UJbfiwQt2PITXrmseZPD7p7gWUrN
Predio do Batalhão

Seabra atualmente

 

vistaseabra
Vista aérea da cidade de Seabra
OgAAABwa0E66U-c-G0PhLyzfCos110NQM-ReN9FpO8S7Rm9-NfTKJVvsrK54yEZqg0bb_Ls_RGLAYQvYojCb1oh2gpwAm1T1UGf9a3jLOyG2a_6ZYMaye1pmbDOb
Comércio da cidade de Seabra
OgAAAEc0KjFo0AJQTudyYJoiHW_gRGXGqs6VdCSBKDkCXy6vchs7rPJyB-fds0daRMV9RkRkqaObV_DUBPWuzsb09qkAm1T1UAyn9mXRqh3lp9UX815wuyTp2n-9
OgAAAMyhCmh966bTxmB1CBOoNkQ0g94-M5ug40M5nhrAKyzTc3nAHZVjLoxcbcwzmtxboAXo4HXz_SPRA1r6-rPHFlMAm1T1UD13CNDnRNng1oN1r9FhWurGhPyJ
Prédio do Batalhão ao fundo a direita entrada para o Bairro Boa Vista
OgAAAP9xM8tMQLDa4s-fHGzAwoo_68_CwNFNyg91VjCtId7GUQO4W1pwQtWhuZ3CiAHi9D-py_m72JsNV0oxvONyuZoAm1T1UGJm42_75dXeIy5IC1OEEoZLLBE0
Rua Horácio de Matos
pcatomateimagem_grande
Praça do Tomate
prefeitura
Prédio da Prefeitura Municipal
seabraentrada
Construção as margens da BR 242 entrada da cidade de Seabra
Referências
  1. 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
  3. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  4. 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.